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ASSIMETRIA MAMÁRIA: UM PROBLEMA QUE TEM SOLUÇÃO!

Assimetria mamária: Um problema que tem solução!

É normal ter uma mama maior que a outra, um lado da face diferente do outro... Mas, quando o problema se torna muito visível, o melhor é recorrer a um tratamento.


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Um lado do rosto maior do que o outro, um seio maior que o outro... Assimetrias são muito comuns em nosso corpo. Na maioria das vezes, estas diferenças de tamanho são pouco significativas e praticamente imperceptíveis a olhos nus. Porém, existem aqueles casos em que o desequilíbrio é marcante.

Quando se trata da face, as assimetrias são resultados de diferenças no crescimento da estrutura óssea e, algumas vezes, de uma maior ou menor expressividade de cada lado do rosto. Raramente, o grau de assimetria da face exige uma cirurgia. Mas, quando isso acontece, o problema pode ser resolvido com o implante de próteses sólidas ou de hidrogel, ou ainda com um lifting endoscópico unilateral.

Já a assimetria dos seios é um pouco mais complicada de reverter. Ela pode atingir graus tão elevados que a sua correção acaba exigindo a redução de uma das mamas e a colocação de próteses na outra.

“A assimetria mamária ocorre quando o tamanho, a forma e o aspecto de uma mama são diferentes entre si. O problema pode afetar toda a mama, incluindo a aréola e o mamilo. Geralmente, a assimetria começa a se manifestar durante a puberdade, época de desenvolvimento das mamas”, explica o cirurgião plástico Ruben Penteado.

A maioria das mulheres apresenta algum grau de assimetria mamária, algumas são mais intensas que outras. “A explicação para este fato é que as mamas não começam a se desenvolver exatamente ao mesmo tempo e com a mesma velocidade. Pode haver diferença em seus receptores hormonais. Isso faz com que uma se desenvolva antes da outra, tornando-as diferentes”, diz o médico.

Entenda melhor o problema:

Ao falar em assimetria mamária, as diferentes situações da mama no tórax devem ser consideradas: Uma ou ambas podem se apresentar mais lateralizadas ou juntas demais, uma mais baixa que a outra, ou com formato diferente, como uma mais larga que a outra e assim por diante.

Segundo Ruben Penteado, as mulheres mais jovens são as que mais se queixam por medo de que o problema se torne evidente. “Geralmente, são meninas na fase de puberdade, em franco desenvolvimento do corpo feminino, que relatam o problema. É preciso cautela, é necessário aguardar o tempo da maturidade corporal e, só intervir numa cirurgia no momento certo, sem o risco de perder o resultado cirúrgico com a continuidade do crescimento mamário”, informa o especialista.

A diferença entre as mamas também pode aparecer ou se acentuar após a amamentação, principalmente se o bebê sugar só uma das mamas. “O ideal é a alternância das mamas durante este período. Ainda nesta fase, se houver um episódio de mastite, este poderá desencadear algum tipo de assimetria, em algumas mulheres”, conta o médico.

Outras patologias podem levar a assimetria, como o câncer de mama. E nem os homens estão livres. Um transtorno conhecido como ginecomastia pode deixá-los com este problema.


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